terça-feira, 21 de novembro de 2017

A expansão territorial e a política intervencionista dos Estados Unidos

A atual configuração territorial estadunidense é resultado de sucessivas anexações, tratados e compras de territórios, algumas vezes obtidos por meio da luta armada, sendo o México o principal prejudicado. 
Vale lembrar que em 1823 o então presidente dos Estados Unidos, James Monroe, enviou ao Congresso uma mensagem que ficou conhecida com o nome de Doutrina Monroe. Nessa época, muitas colônias na América espanhola e portuguesa buscavam ou estavam obtendo a independência de suas metrópoles europeias. Diante da ameaça de reconquista de partes do território da América por países europeus, essa doutrina, cujo lema era “A América para os americanos”, advertia que, em nome de sua segurança, os Estados Unidos não permitiriam que nenhum país europeu restabelecesse domínio sobre qualquer território americano.
Além de interesses econômicos e do Destino Manifesto, a Doutrina Monroe também teve influência no expansionismo territorial interno, pois enaltecia o poder dos Estados Unidos.
No entanto, mais tarde, o peso dessa influência tornou-se ainda maior na política externa intervencionista praticada pelos Estados Unidos, principalmente sobre a América Latina.
À medida que os interesses econômicos dos Estados Unidos eram contrariados por governos latino-americanos, forças militares estadunidenses intervinham diretamente nesses países, por meio de ações militares, ou indiretamente, auxiliando opositores políticos internos a depor governantes latino-americanos.

Dica de filme: Amistad. Direção: Steven Spielberg. Estados Unidos: Dream Works SKG, 1997. Duração: 154 min.
O filme retrata aspectos da escravidão por meio da história de 53 africanos, transportados para serem comercializados em Cuba. Ao tomarem o comando do navio Amistad, na tentativa de voltarem para a África, são enganados pelos tripulantes e acabam chegando aos Estados Unidos.


Adas, Melhem. Expedições Geográficas. Moderna, 2015.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Erosão

      A erosão consiste no processo de remoção e transporte dos fragmentos de rochas resultantes do intemperismo, os chamados sedimentos. Esse processo pode ser causado pela ação dos ventos, da água de rios, das chuvas, dos mares ou das geleiras.
        A erosão e o intemperismo agem continuamente, provocando o desgaste do relevo. Os sedimentos originários desse desgaste são transportados das partes mais altas para as partes mais baixas do terreno ou para o fundo de lagos, lagoas, rios e mares. O processo de deposição de  sedimentos é chamado sedimentação. As rochas sedimentares são originárias da compactação dos sedimentos que se acumularam em depósitos sedimentares.
        A velocidade e a intensidade da ação dos processos erosivos dependem, entre outros fatores, do clima, do tipo de rocha, do solo e do relevo de determinada área.
Os ventos, por exemplo, têm grande atuação nos processos erosivos que ocorrem em regiões desérticas ou semiáridas. Em áreas de clima tropical e temperado, onde a água é abundante, é intensa a erosão provocada pela água das chuvas e dos rios.
Resultado de imagem para erosão glacial
Erosão Glacial. Fonte: Google Imagens, 2017.

SAMPAIO, Fernando dos Santos. Geração Alpha Geografia.  Edições SM, 2017.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Lavagem de Dinheiro


Matéria de Capa. 2017.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A FOME NO MUNDO

       A fome é uma das maiores mazelas da humanidade; é inaceitável que em pleno século XXI esse flagelo atinge milhões de pessoas. Segundo o relatório de 2010 da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), há no mundo aproximadamente 925 milhões de pessoas em estado de fome crônica, ou seja, subnutridas, sendo que 22 países apresentam um quadro de fome permanente, ou de "crise prolongada de fome", como a instituição denominou.
        O desenvolvimento científico e tecnológico das últimas décadas não foi suficiente para erradicar da humanidade o flagelo da fome. Apesar do aumento da produção agrícola ocorrido em várias partes do globo, a fome persiste.
              Existem alguns motivos conhecidos que levam ao estado de fome crônica, tais como: fatores naturais, guerras civis, inabilidade governamental, técnicas rudimentares de produção. Mas o fator preponderante está ligado a herança histórica que muitas vezes remonta ao passado colonial; obviamente não se trata do único, mas do crucial fator.

Edilson Adão e Laercio Furquim Jr. 360° Geografia em rede. FTD.


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

CAPITALISMO: UMA HISTÓRIA DE AMOR

O documentário faz uma ácida crítica ao sistema, que, em sua visão, beneficia alguns ricos, mas condena milhões à miséria.. Direção: Michael Moore. EUA, 2009.

sábado, 24 de dezembro de 2016

TERRITÓRIO

             Quando determinada sociedade se apropria de uma porção do espaço geográfico, cria seu próprio território. Por exemplo, quando os portugueses chegaram por aqui, iniciaram a alteração do espaço natural, ao mesmo tempo em que se apoderaram dos territórios indígenas. Surgiu, assim, uma colônia, isto é um novo território, pertencente então a Portugal. Como sabemos, esse território hoje constitui o Brasil.
            Atualmente, o território brasileiro tem fronteiras demarcadas que o separam e o individualizam em relação aos países vizinhos. Os limites entre territórios podem ser marcados por elementos naturais, como rios e montanhas, ou artificiais, isto é, criados pelo ser humano, como ruas e placas.

James & Mendes. Prismas Geográficos. FTD 2016.